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Retrô 2012

Minha primeira retrospectiva foi no início deste ano a respeito do ano passado. Resolvi repetir a experiência para este ano porque vi o quanto aquela retrospectiva me fez bem. Escrever sobre o meu ano me ajudou a fazer um balanço dele, a ver o lado bom de algumas coisas e enxergá-las de forma “Ah, não foi tão ruim assim. Afinal, sobrevivi.”, me fez parar para pensar e avaliar as situações que enfrentei depois de a euforia que as acompanhou ter passado.

E lá vamos nós...

  • Relacionamentos

Foi um ano tanto difícil, quanto surpreendente no campo das amizades. Uma das pessoas que mais marcaram meu 2011 mudou completamente em 2012 devido a influências de pessoas com quem passou a conviver mais. Isso me chateou muito, pois era alguém que eu julgava muito parecida comigo em diversos aspectos. Essa mudança de personalidade me levou a pensar se nós éramos mesmo parecidas ou se ela simplesmente molda a própria personalidade a cada amigo de quem se aproxima. Também cheguei a pensar que era coisa da minha cabeça, porém não fui a única a notar a disparidade entre os comportamentos dela. Tentei conversar, abrir seus olhos, conversar para poder compreender, porém sem sucesso. Por fim, decidi me afastar aos poucos, guardar as boas lembranças, tenham sido naturais ou não, antes que algum sentimento de fato ruim maculassem-nas.

Alguém marcante no ano foi Carol do blog Sonhos Descritos. Uma menina encantadora que eu conheci este ano por simplesmente ter dado atenção a um daqueles recados de “Por favor, visite o meu blog!” que te mandam no Skoob. Será que ela saiu de um dos meus livros preferidos? Além de adorar o blog dela, tive a oportunidade de conhecê-la mais um pouquinho através de emails, cartas, facebook e até mesmo fazer uma troca de livros temporária.

Fiquei bem mais próxima da minha parceira, Ana Carolina. Nos encontramos mais vezes, e isso me fez bem feliz. Me mostrou que às vezes cometemos erros bobos que podem levar a grandes perdas, mas agradeço a Deus e a ela por termos uma segunda chance ainda melhor que a primeira para a nossa amizade.

Conheci Bruna no japonês e descobri que tinha uma quase gêmea minha andando por aí. Nossos gostos e opiniões são assustadoramente parecidos na maioria das vezes. Adorei conhecê-la! Já vi este filme antes, espero que não tenha o mesmo final.

Wilder esteve ao meu lado o ano inteiro, é claro. Acredito que este ano foi mais fácil que o primeiro para nós dois, o que mostra que o nosso relacionamento está de fato cada vez mais forte, não apenas na frase clichê, porém verdadeira, “Te amo cada vez mais.”. Tivemos mais alguns dias deslumbrantes juntos! E apesar do cotidiano parecido com o do encontro anterior, foram dias completamente diferentes. Dias repletos de diferentes sentimentos, olhares e sensações. Nem melhor, nem pior, mais maduros, mais sólidos.

  • Estudos/Pesquisas

Não consegui estágio em indústria e passei o ano inteiro me martirizando por isso. Temo ter que fazer concursos ou mestrado (um dos meus maiores pesadelos). Por que temos que decidir o que provavelmente faremos durante a vida inteira com 15 ou 16 anos de idade? Por que fiquei tão cega com minha paixão por física no ensino médio a ponto de esquecer o quanto eu gosto de artes? A ficha está começando a cair e vejo que não terei o emprego que gostaria e o salário que eu gostaria juntos. Além de ter que passar por muitas coisas que não quero para alcançar qualquer um dos dois. Isso tudo me assusta. Já dizia Chris Martin, “nobody said it was easy, no one ever said it would be this hard”. Aliás, The Scientist nunca fez tanto sentido quanto agora (mas isso fica pra outro post).

Wilder foi essencial nesta parte da minha vida este ano e eu devo muitos agradecimentos a ele. Tantos que acho que nunca conseguirei pagar. Em compensação, estou sendo monitora no laboratório de Química Orgânica pela segunda vez e tenho adorado a experiência.

Comecei meu querido japonês, finalmente. Não preciso dizer que estou amando! Inclusive voltei a ser meio nerd, pois não quero repetir os erros que cometi estudando inglês. Fiquei bastante satisfeita com o meu desempenho na primeira prova e não muito com a segunda, mas tudo bem, não vou ser aquela chata que faz mimimi porque não tirou 10. Jamais!

  •  Comida

Cozinhei mais este ano e me aventurei mais em receitas novas. Ok, foram apenas duas, mas amei ambas. A Gelatina em Camadas é linda de comer se diminuirmos uma colher de leite condensado e trocarmos o leite de coco por creme de leite. E a Cuca Cremosa de Chocolate é divina!

Além disso, na confraternização da turma do japonês, experimentei duas coisas que eu tinha vontade de provar há muito tempo: tempurá e karee. Amei ambos! Uma pena que não são comuns nos restaurantes japoneses daqui, a maioria só tem sushi e afins.

  • Literatura

Li muito! Tem gente que lê muito mais do que eu, mas, para minha média de 10 livros por ano, foi muito bom, visto que completei a leitura de 22 livros (sendo um deles pop-up), ainda tenho 2 ativamente em andamento e larguei outros 3. Como são muitos, não falarei de todos, porém, meus grandes achados foram Jogos Vorazes e Stardust, que entraram para a lista dos meus preferidos. Maiores decepções: O Estranho Mundo de Zofia e Gossip Girl: As Delícias da Fofoca (Ok, esse último não foi decepção, já sabia que seria ruim, porém não tanto! Pena ter sido a única coisa que eu tinha para ler enquanto esperava a reação do biodiesel acabar lá em Caetés – PE). Os demais você pode ver clicando aqui, além das minhas impressões a respeito dos livros citados.

  • Animes/Seriados/Filmes

Vi pouquíssimo anime este ano, porém amei Ano Hana, que me fez chorar muito, Ao no Exorcist (uma pena ainda não ter segunda temporada) e B Gata H Kei, que me rendeu boas risadas. Além disso, comecei a ver One Piece. 😀

Dentre os seriados, conheci One Tree Hill e gostei muito. Vi de um fôlego só. Revi alguns episódios de Grey’s Anatomy e a primeira temporada completa de Arquivo X, que eu sempre amei.

Claro que fui assistir o filme de minha queridíssima Katy e amei!

Cineminhas com Wilder, Andresa e minha Parcy também foram perfeitos! Cinema deve ser um lugar mágico onde as amizades e amores florescem. Quer ser mais amiga daquela pessoa? Vá ao cinema com ela.

  • Música

Nada de muito incrível. Deixei os hits passageiros da música estrangeira me levarem, particularmente Call me Maybe e We are Never ever Getting back Together e ouvi até cansar. Claro que Aerosmith e Katy Perry continuaram presentes no meu dia a dia. Michael nem tanto.

Além disso conheci Boyce Avenue, que faz novas versões de músicas famosas. Uma mais linda que a outra!

  • Descobertas

Descobri que gosto muito mais de fotos do que eu pensava. Participei de dois desafios fotográficos promovidos pela Revista 21 e amei a coleção de fotos que criei.

Passei a desenhar mais e melhor. E comecei a pintar também, digitalmente, a lápis e a tinta. Embora esteja desatualizado (ainda falta uma Pequena Sereia e um Luffy), você pode ver alguns dos meus desenhos aqui. No facebook há mais alguns e nessa galeria apenas os melhores.

Comecei a fazer meus marcadores de página. Se ainda não conhece, clique aqui. 😀

E, respondendo aos meus desejos de ano novo do início deste ano: Consegui passar menos tempo na internet e economizar mais, porém não tanto quanto eu gostaria. Fui mais feliz em alguns aspectos, menos em outros, mas feliz de qualquer forma. =)

Tenho muito que agradecer a Deus por ter colocado pessoas lindas na minha vida e aberto meus olhos para que eu pudesse enxergar o melhor caminho a seguir. E obviamente a essas pessoas incríveis também que tornam nossos dias mais leves e fáceis. Feliz 2013 a todos! 🙂 Que seja colorido!

Fireworks

Nunca fui Twilightier. Mas também não acho a história ruim. Algo que sempre achei incrível nos filmes foi a trilha sonora. Sempre linda e envolvente. Ouço o primeiro álbum até hoje.

Mas este post não é para falar sobre Twilight ou sobre meus álbuns favoritos.

Sabe quando várias músicas fazem sentido na sua vida e você gostaria de (re)escrever cada uma delas para as pessoas que você ama? Acontece com frequência comigo. Bem, uma das músicas de Amanhecer – Parte 2 me tocou no fundo do coração, me fazendo sentir aquele aperto de saudade no peito que você só sente por alguém muito amado. E olha só… ela fazia tanto sentido, que resolvi enviá-la para alguém especial.

Porém, suas frases não eram suficientes para dizer tudo aquilo que gostaria. Então tentei em vão completar os versos para mostrar porque ela faz tanto sentido para mim. Sim, em vão, porque como disse a um certo alguém essa semana, “Eu amo tanto que nem consigo explicar o quanto”.

Aí vai a melhor forma de expressão que alcancei. Em itálico, minhas palavras.

O coração bate acelerado cada vez que te sinto próximo a mim. Cores parecem mais vivas e promessas mais sólidas.

Como ser corajoso?  Como posso amar quando tenho medo de cair? É só olhar para trás e observar tudo que conquistamos juntos.

E ao ver você na solidão, toda a minha dúvida de repente se vai de alguma maneira. Basta olhar nos seus olhos, porque seu amor por mim transborda deles conectando-se aos meus.

Um passo mais perto a cada conquista, a cada encontro, a cada momento planejado e realizado.

Eu morri todos os dias esperando você e estou disposta a passar por tudo isso de novo e de novo para que sejamos plenamente felizes.

Amor, não tenha medo. Eu te amei por mil anos. Eu te amarei por mais mil, e repetirei isso todos os dias para que os próximos 1000 anos nunca acabem.

O tempo fica parado quando te vejo chegar e há beleza em tudo que você é.

Terei coragem, não deixarei nada levar embora o que está na minha frente, porque o nosso amor é único, doce e sagrado. E não há no mundo outro igual.

Pois cada suspiro, cada momento trouxe a isso, e a cada obstáculo vencido estaremos um passo mais perto.

Eu morri todos os dias esperando você. Amor, não tenha medo, pois os meus sorrisos mais lindos sempre serão todos seus. Eu te amei por mil anos e eu te amarei por mais mil.

O tempo todo acreditei que eu te encontraria, mas nós nos encontramos juntos.

O tempo trouxe o seu coração ao meu e ele veio de tão longe, de portas abertas para mim, que eu te amei por mil anos, e agora nossos corações são apenas um e eu te amarei por mais mil.

Um passo mais perto, a cada dia, a cada carta, a cada declaração.

Um passo mais perto, sem medo de buscar a nossa felicidade.

Eu morri todos os dias esperando você. Amor, não tenha medo, esperarei o necessário pela nossa felicidade. Eu te amei por mil anos, eu te amarei por mais mil, pois é o nosso amor que move nossos sonhos. E todos os meus sonhos são compartilhados com você.

O tempo todo eu acreditei que te encontraria, e soube que era você que eu esperava quando notei nossos sentimentos.

O tempo trouxe o seu coração ao meu e agradeço a Deus por nos colocar nos mesmos caminhos.

Eu te amei por mil anos porque seus zoinhos lindos me prenderam a ti.

E eu te amarei por mais mil fazendo você sentir todo amor que há em mim.

Te amo, Wilder. ♥

Tinha decidido não escrever. Até comprei uma revista para me distrair, mas não pude evitar sentar-me no mesmo lugar em que nos sentamos na sexta ao entrar no ônibus idêntico ao de hoje, senão o mesmo.

Foram quatro dias maravilhosos como os primeiros, mas desta vez foi mais espontâneo, menos planejado. Mais nosso. Sem um guia, uma fotógrafa ou amigos diversos por perto vigiando cada um dos nossos passos. Meu mundo foi, por quatro dias, só dele e o dele só meu literalmente. Quem dera nossos dias fossem sempre assim. Meus pensamentos, sorrisos, lágrimas, foram todos para ele e por ele.

Voltando pelo mesmo caminho pelo qual passamos na sexta-feira passada, lembro-me dos pontos da viagem em que nos abraçamos, nos beijamos, rimos e nos chateamos. Hoje o lugar ao meu lado foi o último a ser ocupado no ônibus. Será que estava esperando por ele?

Não quero falar com ninguém hoje além dele. A despedida desta vez foi ainda mais difícil. O meu coração e o nosso abraço ficavam mais apertados a cada curva que nos aproximava do aeroporto. Acredito que será cada vez pior, pois cada vez vemos mais e mais o quanto é maravilhoso estarmos juntos. O quanto nos faz bem e felizes.

É duro sair de um sonho, saber que ele foi real e ter que esperar por outra noite de sono bom para vivê-lo novamente. Voltamos então às nossas realidades chatas e insossas, aquelas das quais temos motivos de verdade para reclamar.

E então, quando estivermos perto de não suportar mais, chegará a hora em que será possível ficarmos juntos por dias, semanas, meses, anos e décadas. Fazendo um ao outro as pessoas mais felizes do mundo por estarmos no ciclo vicioso de se sentir feliz com a felicidade do outro.

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01h27…

…da manhã e eu aqui sem sono e entediada.

Quem dera se estivesses agora dormindo ao meu lado. Te acordaria para conversar, te provocar,  te deixar com vontade só pra  te oferecer um pedaço do meu… bolo de chocolate depois. Eu acho que você não aceitaria… te chamaria então pra jogar qualquer joguinho besta por aí ou pra contar histórias improvisadas com os personagens que me fazem rir. Ou preferes aqueles dos meus filmes preferidos? Eu prefiro você e eu. Vamos imaginar nossa própria felicidade para torná-la real depois.

Que tal olharmos as estrelas? Podemos nos agasalhar e se enrolar um ao outro, deitados na rede que fica naquele cômodo que eu chamo de terraço.

Mas assim em teus braços meu soninho viria logo, não aguentaria até às 3h30 como gostaria.

Já que está frio, canta pra mim?

Foi só escrever e imaginar, que Morpheus apareceu com seu saquinho de areia. Na embalagem estava escrito: “Para dormir profundamente”. Mas quem disse que desejo dormir profundamente? Quero dormir de forma semiconsciente para te sentir ao meu lado a noite inteira.

01h59

Você é minha única exceção. É aquele que eu resolvi deixar entrar em minha vida quando já tinha decidido fechar as portas do meu coração para evitar sofrimentos. E veja só… você só me traz alegrias. Que felicidade ter aberto uma exceção pra você. Além de só me trazer alegrias, você me mostrou que eu não devo, nem posso e, principalmente, não preciso fechar meu coração para novas amizades, porque você estará sempre ao meu lado pra me mostrar o caminho certo, pra me confortar quando eu, na minha teimosia, seguir pelo caminho errado.

Você é único! E é o único com quem eu desejo viver. Para sempre em teus braços. Casa comigo, Wilder? O que eu sinto é que não há sentido estar com mais nenhum outro, não preciso do amor de nenhum outro garoto, apenas do seu. Preciso apenas do seu carinho, dos seus sorrisos, do seu amor, de sua presença, de sua vida na minha. Me abraça e me mostra que serás sempre meu Wildin, meu florzinho que eu tanto amo e que se faz amável. Me mostra que não vai mudar, que serás meu enquanto eu for tua.

Eu Te Amo, Wilder! Sempre te direi isso, mesmo que você não me diga:

Fala logo que me ama, mulher! xD

Te amo, meu anjo!

No sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar é comemorado o Festival das Estrelas no Japão, o Festival Tanabata. O festival provém de um belo e triste conto tradicional japonês que encontrei no blog Lost in Japan. Segue a versão do conto encontrada no site:

Pobre princesa Orihime (織姫, orí rimê, estrela Vega), a Princesa Tecelã. 
Recebeu de seu pai Tenkou (天工 – tenkô), o Senhor Celestial, a missão de tecer um enorme e belíssimo manto de estrelas, que ganharia o nome de Via Láctea.

Dias eternos a tecer estrelas… 

Certo dia, cansada do tear, Orihime foi caminhar entre as nuvens.
Encontrou no caminho um belo pastor, Hikoboshi (彦星, ricô bôshi – a estrela Altair), o responsável por cuidar dos animais celestiais.

Se apaixonaram.
Namoro escondido, por temor a Tenkou (quando se irava lançava tempestades e raios).

Amor que se agigantou, ficou maior que o universo.
Pediram então permissão ao Deus Tenkou, para poderem se casar.

Tenkou, apesar de não gostar da idéia, viu que não havia jeito – o casal estava perdido de amor.

Só que, dominados e embalados por este amor sem fim, ambos descuidaram-se de suas obrigações, de seus afazeres.

A vida era só para o amor, Orihime já não mais tecia o céu, Hikoboshi já não cuidava mais dos animais celestiais. 
Esqueceram-se da Terra, das pessoas que viviam abaixo do Reino dos Céus.

Tenkou (天工), indignado e profundamente decepcionado com a falta de responsabilidade do casal apaixonado, decidiu que ambos viveriam separados, para que cumprissem com suas obrigações antes de pensarem apenas no amor.
Deveriam viver bem longe, cada um em um lado da Via Láctea.

Orihime e Hikoboshi, separados, um sofrimento sem fim. 
As lágrimas de Orihime caiam sem parar, formando estrelas brilhantes no céu.

Tenkou condoeu-se ao ver a grande tristeza do casal apaixonado.

Abrandou um pouco a penitência, permitiria que o casal se reencontrasse. 
Porém, apenas uma vez por ano – no sétimo dia do sétimo mês. 
E uma condição foi imposta: Orihime e Hikoboshi teriam que atender os pedidos vindos dos habitantes da Terra, feitos no dia do reencontro.

No céu, Orihime e Hikoboshi são representados por duas estrelas que podem ser vistas no céu todos os anos juntas, porém apenas no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar. São elas Altair (Hikoboshi), a mais brilhante estrela da imagem abaixo à esquerda, e Vega (Orihime), a mais brilhante localizada à direita na foto que foi tirada no Monte Fuji (Japão).

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Fonte: Stellar Scenes

Os pedidos são anotados em uma tirinha de papel e pendurados em pés de bambu.Image

Fonte: Jangadeiro Online

O meu pedido para Orihime e Hikoboshi? Que eu possa ver o meu amor mais que uma vez ao ano, que façamos um ao outro feliz e que em breve não precisemos mais sofrer por não ter o outro sempre ao lado… ^^

A você, Wilder Corrêa.

Vi esta brincadeira no blog lindo da Carol Benazzato e resolvi prosseguir com ela aqui.

Para todos os blogs que desejarem prosseguir com a corrente.

Regras:

– Colocar as regras no post;

– Escrever 11 fatos aleatórios sobre mim;

– Responder as 11 perguntas feitas pela indicadora;

– Criar 11 novas perguntas para os futuros indicados (e linká-los no post);

– Não indicar ninguém de volta e avisar os escolhidos.

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Onze fatos sobre mim:

1. Adoro turistas. A possibilidade de conhecer outras culturas “bebendo” diretamente da fonte me fascina. É uma pena eu ter encontrado apenas quatro até hoje: um alemão que veio ao Brasil para aprender capoeira, dois latinos com os quais não tive muito tempo para conversar, mas pude ajudá-los a encontrar a parada de ônibus certa para voltarem ao hotel onde estavam hospedados, e uma japonesa intrigada com meus cabelos cacheados com quem falei rapidamente no aeroporto de Guarulhos (SP).

2. Quero muito poder ir ao Japão um dia (de preferência na primavera para ver as flores de cerejeira) e com o meu amor.

3. Gostaria de ter umas cinco profissões diferentes e trabalhar em ao menos duas delas de cada vez. De tempos em tempos largá-las e me dedicar às demais gerando infinitas combinações de hobbies. Quero uma vida eclética, entre as atividades estariam arte, escrever resenhas, programar e ser engenheira química.

4. Sou quase engenheira química, mas pretendo estudar crítica de cinema no próximo semestre para aperfeiçoar aquilo que já faço por hobby com animes para o site AnimeHaus. Minha única resenha publicada foi a do anime Toradora!, mas há outras já em enviadas esperando que o editor tenha tempo para publicá-las.

5. Acho dormir uma perda de tempo e gostaria que essa atividade fosse opcional, e não necessária.

6. Barulho excessivo me deixa estressada desde que eu era criança.

7. Adoro as coisas que posso fazer hoje, mas não podia quando era criança, porém não gosto de muitas coisas que preciso fazer hoje e não precisava quando era criança.

8. Gosto bastante de estórias infantis que são um tanto macabras, como O Estranho Mundo de Jack e A Noiva Cadáver, por exemplo.

9. Sei que é estranho, mas acho gostoso massagear os pés nos cabelos de alguém. Bem assim.

10. Já tive mania de imaginar “Se aquela pessoa me atacasse agora, com o que eu poderia me defender?” quando alguém estranho passava perto de mim.

11. Gosto de certas coisas com uma intensidade devastadora e por isso às vezes sou vista como inflexível por não gostar igualmente de outras coisas do mesmo gênero.

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As onze perguntas de Carolina:

1. Quem te deu esse nome?

Lolla Hackensack. Quem me deu esse nome foi em parte eu e em parte um velho amigo. O Lolla surgiu no ensino médio e foi dado por David Max, um amigo que sonhava junto comigo em ser um grande físico um dia. Em cursar física pelo simples prazer de descobrir o que ela tem a oferecer, conhecer o seu universo infinito e fascinante e ser capaz de calcular o real valor (matemático e prático) das coisas sem precisar considerar tantas hipóteses. O Hackensack veio de uma música de Fountains of Wayne que conheci pela voz acústica, e ainda mais bonita que em estúdio, de Katy Perry e me apaixonei. Tanto que continuo tentando gravá-la e assim continuarei até que esteja satisfeita com o resultado.

Helloise Gabrielle. Este é meu nome verdadeiro e é de autoria dos meus pais. O Helloise foi escolhido por meu pai, que adorava o personagem dos quadrinhos Fantasma. O Fantasma teve uma filha com este nome, porém com apenas um L, que por sua vez teve seu nome inspirado em uma bruxa que um dos ancestrais do Fantasma amou. O segundo L foi colocado por minha mãe, bem como o Gabrielle.

2. Como se sente ao se deparar com uma situação em que precisa se apresentar em público?

Nunca falei para grandes públicos, no máximo cerca de quarenta pessoas em sala de aula para apresentação de seminários, ou seja, todos eram amigos ou no mínimo conhecidos meus. Para desconhecidos falei algumas vezes em público em feiras de conhecimentos, mas nunca para muitos de uma só vez, uns dez talvez? De qualquer forma, mesmo quando criança, época em que eu era bastante tímida, nunca tive problemas para falar em público, inclusive gosto em algumas ocasiões, desde que eu domine o assunto do qual vou falar. Porém, prefiro fazê-lo para desconhecidos, conhecidos me deixam nervosa, mas nada que chegue a atrapalhar.

3. Qual é a tua memória mais distante do passado?

Minhas memórias anteriores aos quatro anos de idade são um pouco confusas, pois não sei o que realmente aconteceu e o que foi desenvolvido na minha imaginação por meio de minhas fotos. Portanto falarei da recordação mais distante da qual tenho certeza que aconteceu. Eu tinha um cachorro de pelúcia, na verdade ainda o tenho, de mais ou menos quarenta centímetros de altura e bem felpudo. Minha mãe e eu costumávamos passar alguns dias na casa da minha avó e eu adorava. Nessa época meu avô estava doente com problemas de saúde diversos e eu, aos quatro anos de idade, fui pedi-lo a benção antes de ir para casa. Então minha mãe falou: “Larga esse bicho, vai assustá-lo se for falar segurando isso.” Foi uma coisa tão simples e eu não me lembro de muitos momentos vividos com ele, mas lembro deste, dias antes de ele falecer, e lembro o que realmente importa, eu o amava muito.

4. O que há nas paredes do seu quarto? E no seu desktop?

As paredes do meu quarto tem imagens diversas que transmitem meus gostos:

  • Pôsteres: Batman (super herói favorito), One Piece (manga preferido – também um calendário), Roronoa Zoro (personagem do manga preferido), Love Hina (um dos animes preferidos) e Katy Perry (cantora preferida);
  • Desenhos: Foram extintos após a recente “reforma”, mas os olhos amarelos do meu gato sobre a janela resistiram às demãos de tinta. Também tinha uma flor multicolorida e uma árvore com folhas dançando ao vento junto a uma delicada borboleta;
  • Relógio lilás da Hello Kitty.

No desktop atualmente tem uma imagem do anime Sakura Card Captor que meu Wilder me deu recentemente.

5. Caso tivesse que escolher entre Paulo Coelho ou Crepúsculo para dar a denominação de “literatura”, por qual optaria? Por quê?

Esta pergunta me fez pensar um pouco e cheguei à conclusão de que, diante das acres opções, escolheria Crepúsculo. O problema de Crepúsculo é que a estória é fraca e os personagens vazios, um simples conto estendido a quatro livros e que recebeu mais atenção do que deveria, mas ainda é literatura. Afinal, há literaturas boas e ruins, não é? Já Paulo Coelho me parece uma tentativa de autoajuda mística e fantasiosa que eu não acredito que consiga ajudar alguém além do próprio autor e, em minha opinião, autoajuda não é literatura.

6. Qual é a tua citação preferida?

“No tear que tece a nossa vida, não há pontas soltas. Todos os fios estão entremeados entre si e revestidos de significado.” (Yuuko Ichihara – Personagem do manga xxxHolic)

Acredito nisso, acredito que as coisas acontecem quando tem de acontecer e que, se elas aconteceram ou não, há um motivo para isso.

7. Voltaria ou avançaria o tempo?

Gosto do presente, mesmo que muitas vezes reclame dele sempre há coisas que me fariam avançá-lo e outras que me fariam voltar a ele. Acabei de entrar em férias, mas abriria mão delas neste momento para avançar até o dia 27 de julho e ver o meu amor novamente e então, no dia de 30 de julho, voltaria no tempo novamente até o dia 27 para não deixá-lo partir, assim talvez tivéssemos tempo de satisfazer todas as nossas vontades e visitar todos os lugares que desejamos (será?).

8. Há quanto tempo tem blogs?

O primeiro foi em 2010, em parceria com minha queridíssima “parceira” Ana Carolina (ou Stella Medeiros), lá eu me chamava Clari Mendes e o assunto da vez era cinema. O blog se chamava Chocolate Cine – Cinema com Chocolate e tinha notícias sobre cinema e uma ou outra resenha sobre filmes aleatórios (vejo hoje que eu escrevia muito mal). Foi largado por falta de tempo. O segundo foi em 2011, meu tumblr I Wanna Be a Cupcake, no qual eu praticamente não posto mais que tem muitos textinhos e imagens de momentos meus muito sonhadores, a maioria de minha autoria e um ou outro reblogado por eu me identificar com ele. Depois, ainda no ano passado, veio o Otaku Soul, também tumblr, porém apenas com imagens de anime e manga. E este ano, As Cores de Lolla.

9. Descreva um dia perfeito para você.

Ahh, seria um dia ensolarado de primavera pela manhã no qual eu pudesse visitar o Jardim Secreto e brincar em um balanço cheio de flores. A tarde seria de outono no Japão apreciando as folhas vermelhas que caem das árvores. Já a noite seria de inverno em qualquer lugar com neve. Mas é claro que para ser perfeito de verdade, o sonho de minha vida teria que estar presente.

10. Teoria criacionista ou Big Bang?

Eis a teoria na qual eu acredito: Deus criou todas as coisas utilizando a metodologia explanada na teoria do Big Bang e Darwin estava errado ao dizer que “nós” já fomos macacos.

11. Fale um filme e/ou um livro que foi capaz de mudar a sua vida.

Não é um clássico ou algo do tipo, nem chegou a mudar minha vida, mas um filme que me inspira bastante e mexe muito com a minha imaginação é O Jardim Secreto, apesar de não ser meu preferido. E quanto a livros, O Pequeno Príncipe é algo lindo de se ler e que sempre traz respostas que nem estamos procurando a cada leitura.

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As minhas onze perguntas:

 

1. Qual habilidade você gostaria de ter? (Ex. Dançar, cantar, voar, etc.)

2. Se pudesse escolher algum lugar que foi cenário de algum livro ou filme para visitar, qual seria?

3. Se você pudesse ter uma máquina de fazer “coisa” em casa, que “coisa” seria essa?

4. Tem algum vício que gostaria de perder? Qual?

5. O que te faz sonhar?

6. Qual o conto/livro mais bonito que já leu?

7. Já teve algum amigo imaginário?

8. Tem alguma loucura divertida que gostaria de fazer? (Ex. Entrar de repente em uma loja fingindo que veio de algum lugar no passado.)

9. Você coleciona algo?

10. Se encontrasse uma máquina do tempo, para qual dia viajaria?

11. O que acha que é mais bonito no mundo?